A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) aumentou de 76,6% em junho para 77,6% em julho, informou o Banco Central nesta sexta-feira, 29. Em valores nominais, passou de R$ 9,389 trilhões para R$ 9,555 trilhões.
Pelo conceito do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG permaneceu em 89,9% do PIB, o mesmo nível de junho. O BC começou a divulgar a estatística este ano.
O pico da série da dívida bruta no critério do BC foi alcançado em dezembro de 2020 (87,6%), devido às medidas fiscais adotadas no início da pandemia de covid-19. No melhor momento, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.
A DBGG que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as empresas estatais é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) que leva em conta as reservas internacionais do Brasil aumentou de 62,9% do PIB em junho para 63,7% em julho. Em reais, atingiu R$ 7,851 trilhões.
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